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Dilma veta parcelamento de dívida das Santas Casas

fonte: folhapress

A presidente Dilma Rousseff vetou a proposta de perdão de uma parte da dívida das Santas Casas e o parcelamento da outra parte, medida aprovada pelo Senado Federal no final de maio. O veto foi publicado no "Diário Oficial" de hoje.

Em coletiva hoje, o ministro Alexandre Padilha (Saúde) apresentou uma nova proposta de auxílio às Santas Casas, na linha do antecipado pela Folha de S.Paulo em maio.

Um projeto de lei foi enviado hoje ao Congresso, em caráter de urgência, propondo até 15 anos de moratória nas dívidas tributárias acumuladas pelas entidades (cerca de R$ 4,8 bilhões), desde que elas se comprometam a ampliar o atendimento na rede pública.

Ao final da moratória combinada, a dívida será zerada caso a entidade mantenha em dia o pagamento dos impostos correntes e amplie o atendimento nas áreas prioritárias (doenças cardiovasculares, câncer e pediatria).

Outras medidas, a serem editadas diretamente pelo Ministério da Saúde, serão o aumento do incentivo pago por procedimento de média complexidade (50% de aumento no incentivo, pago em paralelo ao valor do procedimento em si) e a revisão dos contratos entre Santas Casas e os gestores locais.

"A previsão do Ministério da Saúde é que esse incentivo signifique R$ 2 bilhões a mais na tabela SUS repassada para as Santas Casas no ano de 2014", avaliou o ministro.

Entidades que reúnem as Santas Casas estimam que a dívida alcance R$ 15 bilhões no meio deste ano, R$ 4,8 bilhões em dívidas tributárias.

Segundo a proposta aprovada pelos parlamentares --e vetada pela presidente Dilma--, o parcelamento de pelo menos uma parte da dívida seria estendido a até 360 meses, com perdão de uma parte do montante acumulado.

A justificativa do veto presidencial explica que a proposta do Congresso "é insuficiente, pois, apesar de dispor sobre o parcelamento das dívidas, não está acompanhada de medidas que possam solucionar no médio e longo prazos os problemas de gestão e financiamento das entidades".

Ressaca

Padilha acordou com a pichação "cadê saúde?" na fachada de seu ministério.
"Uma medida concreta como a de hoje pode significar ampliação de investimento para a saúde e a possibilidade de recuperação financeira de um setor da saúde que é muito importante para o SUS, são mais de metade das internações", disse o ministro.
Padilha assistiu ontem à noite, de seu gabinete, à tentativa de invasão do Ministério das Relações Exteriores, prédio localizado ao lado da Saúde.

"Acompanhei ontem todas as manifestações daqui, majoritariamente o que vi foram manifestações pacíficas e contribuem para democracia", afirmou Padilha.

 
 
Sindicato da Saúde Jaú e Região
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