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Inflação beira 10% e dificulta negociação salarial

O IBGE divulgou hoje, 10 de setembro, o resultado da inflação de agosto: um aumento de preços da ordem de 0,25%, de acordo com o INPC-IBGE. A inflação de agosto é menor que a de julho em 0,33 pontos percentuais (p.p.).

Como resultado do "tombo" da atividade econômica, em função da crise econômica e política, a inflação mensal caiu bastante. Não obstante, a inflação de 12 meses segue subindo e ficou em 9,88% em agosto (em julho havia sido de 9,81%).

Sendo assim, as categorias que estiverem em data-base, EM SETEMBRO, precisam de, NO MÍNIMO, 9,88% de reajuste salarial, para repor as perdas com a inflação de 12 meses, medida pelo INPC-IBGE.

A consequência mais imediata do "recrudescimento inflacionário" é o endurecimento dos processos de negociação coletiva. Num cenário de crise política, estagnação econômica e ataque aos direitos trabalhistas fica cada vez mais difícil conquistar reajustes salariais com ganho real de poder de compra. São várias as facetas do problema:

a) a inflação elevada causa um impacto nominal significativo no peso das folhas salariais;
b) o poder de barganha dos trabalhadores diminui em função do desaquecimento do mercado de trabalho e do risco de perda do emprego;
c) o aumento da mão-de-obra disponível induz muitos empregadores a praticar a substituição de trabalhadores - demite-se trabalhadores com salários maiores e contratam-se outros com salários mais baixos. O risco aumenta com o reajuste da folha, que aumentará cerca de 10% somente com a reposição da inflação;

O momento é delicado e são vários os desafios do Movimento Sindical!

Fonte: Subseção da Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo no DIEESE

 
 
Sindicato da Saúde Jaú e Região
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