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Redução de salários volta a ser tema de debate em Jaú

O vereador Fernando Frederico de Almeida Junior (PMDB), que embora eleito pela base aliada, tem adotado uma postura independente nas últimas sessões, propôs a votar pela redução do subsídio do prefeito e dos próprios vereadores desde que os projetos sejam apresentados pela mesa da Câmara, que é quem pode propor iniciativa do gênero.

FONTE: JAUNEWS

A sessão da Câmara de Jaú ontem cumpriu um script previamente estabelecido pela base situacionista.  Os vereadores que dão sustentação ao prefeito Rafael Agostini (PT) não iriam se manifestar na tribuna, em nenhum momento, podendo oposicionistas e agregados falar o que quisessem e o público se manifestar como quisesse. E assim foi.   A sessão terminou às 20h28, desta vez com uma plateia bem mais calma do que na sessão passada, com apenas seis vereadores fazendo uso da tribuna.

O discurso mais contundente foi o do vereador Fernando Frederico de Almeida Junior (PMDB), que embora eleito pela base aliada, tem adotado uma postura independente nas últimas sessões. Ele se propôs a votar pela redução do subsídio do prefeito e dos próprios vereadores desde que os projetos sejam apresentados pela mesa da Câmara. “Só esses três aqui é que podem propor esse tipo de projeto”, disse apontando para a mesa diretora. Frederico disse ter o projeto pronto e é só a mesa querer apresenta-lo.

Almeida Junior foi um dos que votou favorável ao aumento do subsídio do prefeito para R$ 19 mil e do vice-prefeito para R$ 11,5 mil ainda no ano passado, mas para vigorar a partir deste ano. “Tenho coragem de dizer aqui que fiz isso como uma opção para evitar uma crise institucional antes mesmo de começar o novo mandato. Adiantou? Não adiantou nada. Vamos alterar agora o subsídio do prefeito, do vice e dos vereadores, mas quem pode fazer isso, ou seja, propor o projeto, são esses três aqui (a mesa)”, disse o peemedebista.

Ainda na justificativa por ter votado favorável ao aumento para o futuro prefeito ainda no ano passado, Fernando Frederico reforçou que tentou evitar um problema. Mas confessou:  “Não consegui”, e emendou “tem gente que não percebeu  que a população de Jaú acordou e não vai se calar mais. Será que ninguém percebe que não vai adiantar essa medição de forças? Se conseguirmos reduzir os salários será que o prefeito vai entrar com uma .  Direta de Inconstitucionalidade (Adin)?  Não vai”. O vereador foi aplaudido pelos manifestantes

O último a usar a tribuna, o vereador Carlos Alberto Lampião Magon (PV) fez reparos à manifestação de seu antecessor, José Aparecido Segura Ruiz (PTB) que falou sobre desvio de dinheiro na Câmara no mandato passado. “A polícia esteve aqui, levou tudo o que tinha que levar. A justiça tomou as providências e foi tudo resolvido. O banco devolveu dinheiro, o ex-funcionário envolvido tem a casa penhorada. Está tudo resolvido”, disse Lampião.

Sobre as manifestações do público contra os vereadores , Lampião disse que já não aguenta mais ser cobrado. “Se errei, vamos reverter. O que não dá mais e sair na rua e ser xingado. Dizem que ninguém presta aqui nesta Câmara, generalizam tudo. Tem gente que fica xingando o tempo todo, inclusive no Facebook”, disse, indicando para uma pessoa que estava na plateia e citando a cor verde de seu vestuário.

Também foi aplaudido o vereador Tito Coló Neto (PSDB) que cobrou do prefeito uma audiência com lideranças para discutir a questão da concessão do Saemja. O mesmo ocorreu com o vereador Ronaldo Formigão (DEM) que foi à tribuna e voltou a criticar o aumento na Planta Genérica de Valores que reajusta o IPTU. Ele cobrou também a inclusão da instalação do pronto-socorro municipal no orçamento do próximo ano e garantiu que vai apresentar emenda nesse sentido. Gilberto Vicente (Solidariedade) também cobrou que o prefeito receba os dirigentes sindicais para discutir a concessão da autarquia de água e esgoto.

Os manifestantes desta vez entraram em pequeno número no início dos trabalhos mas depois a participação foi se avolumando. Alguns seguravam cartazes, outros colocaram fitas adesivas na boca para simbolizar a proibição regimental de se manifestar.  De qualquer forma, se comportaram de maneira bem menos radical do que em sessões anteriores.

FOTO: COMÉRCIO DO JAHU/REPRODUÇÃO

 
 
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