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SAÚDE: Ritmo de geração de empregos cai em 2013

Em São Paulo, setor de Saúde Privada responde por 15,9% do total de novas vagas

Em 2013, a criação de vagas de emprego formal sofreu uma queda de 15,8%, na comparação com 2012. Segundo dados do CAGED-MTE, a economia nacional criou cerca de 730,7 mil novas vagas. Este é o pior saldo da série, com início em 2006, e trata-se da terceira queda consecutiva do saldo anual de empregos formais. Por outro lado, quando se considera apenas o acumulado do segundo

semestre, verifica-se uma expressiva melhora do saldo, passando de 9,9 mil novas vagas no segundo semestre de 2012 para 73,1 mil vagas em 2013.
Os números anuais do emprego com carteira assinada são preocupantes e refletem a letargia do crescimento econômico brasileiro, que seguramente deve ficar abaixo de 2,5% em 2013. O interessante é que, ao menos por hora, esse resultado fraco não afetou o nível geral de emprego. Segundo o IBGE a taxa de desemprego ficou em 5,4% em 2013, menor taxa desde 2002 (em 2012 havia sido de 5,5%).
A causa do bom momento do emprego, entretanto, deve-se cada vez menos à grande disponibilidade de vagas, e sim à queda da procura por trabalho. Esta situação inusitada tem relação com o retardamento da entrada dos jovens no mercado de trabalho em virtude do aumento
da renda das famílias e do maior acesso a programas de qualificação. Não obstante, a situação pode se tornar crítica em alguns anos, quando estes jovens começarem a entrar num mercado de trabalho que está reduzindo sua capacidade de geração de emprego.
No Estado de São Paulo foram gerados 176,2 mil postos de trabalho formal em 2013, 27,2% menos que em 2012. Os Serviços, também, foram os grandes responsáveis pelos novos empregos no estado, com 127,7 mil vagas. Inversamente, a Agropecuária teve o pior desempenho, fechando 14,7 mil postos de trabalho. Em relação a 2012, todos os setores apresentaram retração do emprego. Também no caso paulista, à semelhança do verificado em nível nacional, a Indústria foi a exceção, gerando 6,4 mil novas vagas em 2013, após ter fechado 9,2 mil vagas em 2012.
O setor de saúde privada criou, em 2013, 27,9 mil novas vagas no Estado de São Paulo, 14,4% menos que em 2012 (32,6 mil). Em um ano de baixo dinamismo na geração de empregos no mercado de trabalho formal paulista, as vagas da saúde privada representaram 15,9% do total de novos postos de trabalho no estado.
Em 2013, o setor de saúde privada do estado de São Paulo foi capaz de gerar um saldo de 27,9 mil novas vagas de trabalho com carteira assinada. Este resultado indica uma queda de 14,4% na comparação com 2012. Considerando apenas o acumulado do segundo semestre do ano verificação um aumento de 30,5% na geração de empregos, em relação a 2012.
A maior parte das novas vagas, de 2013, 51,7%, foi criada na capital, num total de 14,4 mil novos postos de trabalho. Por outro lado, o município de Guarulhos registrou o pior desempenho do saldo do emprego, com o expressivo fechamento de 270 postos de trabalho.

VEJA O QUADRO DO IBGE
http://www.sindsaudejau.com.br/dieese/boletim_bieese_subsecao_federacao_saude_27.pdf

 
 
Sindicato da Saúde Jaú e Região
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Fone (14) 3622-4131 - E-mail: sindsaudejau@uol.com.br