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Fosfoetanolamina: Pesquisa de pílula ainda não tem data para começar


Amaral Carvalho irá participar do estudo que avalia eficácia de medicamento contra o câncer 

FONTE; COMÉRCIO DO JAHU

O Hospital Amaral Carvalho (HAC), de Jaú, participará das pesquisas para comprovação da segurança e eficácia da fosfoetanolamina sintética, também conhecida como a pílula contra o câncer. O estudo será liderado pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) e contará com a participação de outros dois centros – A.C. Camargo Cancer Center e Hospital de Câncer de Barretos. 

O composto é sintetizado desde o fim da década de 1980 no Instituto de Química de São Carlos (IQSC), da Universidade de São Paulo (USP), e era doado aos pacientes com a doença que estavam interessados no medicamento até 2014.

A assessoria de comunicação do HAC confirmou que será um dos centros de testes, no entanto, também informa que não recebeu nenhuma informação com detalhes sobre a pesquisa, como datas e protocolos, até o momento. 

A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, contudo, divulgou que o estudo prevê uma primeira fase, em que serão avaliados dez pacientes para determinar a segurança da dose que vem sendo utilizada na comunidade. O Icesp, por meio da assessoria de imprensa, também informa que a amostra será obtida em sorteio. O site que cadastraria os interessados ainda está em fase de desenvolvimento e, a princípio, contemplaria pessoas de várias cidades e Estados, sendo aberto ao público. 

No portal, haverá os critérios de adesão e exclusão para escolha dos pacientes. Caso a substância não apresente nenhum problema em relação a sua segurança, os testes avançarão para a segunda fase, em que estão previstas a inclusão de mais 21 pacientes para cada um dos dez tipos de tumor avaliados (veja quadro). 

Se o composto continuar progredindo no processo de pesquisa haverá a inclusão de novos pacientes até atingir o máximo total de 1 mil pessoas, ou seja, cem para cada tipo de câncer. Após o encerramento do processo, começa o procedimento de negociação para liberação da patente e a busca pela indústria farmacêutica que fará a produção em larga escala. 

Sem cadastro

Nas redes sociais há a divulgação de um possível cadastro de pessoas para participar do processo. O pesquisador, doutor em biotecnologia, professor universitário e um dos detentores da patente da fosfoetanolamina sintética, Marcos Vinícius de Almeida, explica que essas ações são falsas e que o estudo é feito de forma randomizada - os pacientes serão sorteados pelo grupo liderado pelo Icesp. 

Ele salienta que os estudos sobre a substância iniciaram no HAC antes mesmo da repercussão que ocorreu no ano passado e, por isso, é interessante que sejam finalizadas na instituição. 

Produção em Cravinhos e Américo Brasilense

Antes do início dos testes em seres humanos, as cápsulas de fosfoetanolamina sintética serão produzidas pela PDT Pharma, em Cravinhos, e, posteriormente, encaminhadas à Fundação para o Remédio Popular (Furp), em Américo Brasilense, onde serão sintetizadas e encapsuladas.  

O químico Gilberto Orivaldo Chierice, docente aposentado do Instituto de Química de São Carlos (IQSC), liderou a pesquisa por cerca de 20 anos e irá acompanhar todo o processo da produção do composto. Ainda não se sabe quando a substância estará disponível para o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). 

De acordo com a assessoria de imprensa da instituição, o procedimento está sendo demorado por diversos entraves, como a liberação do estudo pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa do Conselho Nacional de Saúde (Conep), além da mudança de laboratório para produção do composto, uma vez que não seria possível a Furp fabricar determinado sal que faz parte de sua constituição. 

R$ 2 milhões

A segunda fase, que seria após o atestado de segurança da fosfoetanolamina sintética, será dividida entre os centros de testes, entre eles o Hospital Amaral Carvalho (HAC), de Jaú. Ainda não se sabe, contudo, quantos pacientes serão destinados para cada uma das instituições. O investimento total do Estado na pesquisa deverá ser de aproximadamente R$ 2 milhões. (ACM)





 
 
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