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Negociações salariais rendem o menor reajuste em 11 anos


 
As negociações salariais entre patrões e trabalhadores resultaram em um reajuste médio de 0,23%, em termos reais, em 2015. É o menor desde 2004, quando o reajuste médio havia ficado em 0,61%. Em 2014, o aumento real foi 1,34%.
 
Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O balanço de 708 negociações salariais em todo o país leva em conta a indústria, o comércio e os serviços. Agropecuária e setor público não entram nos cálculos da entidade.
 
O principal fator para o resultado pouco favorável aos trabalhadores foi o aumento da inflação e do aumento do desemprego, além da recessão econômica.
 
“Em 2015, além de uma conjuntura econômica extremamente adversa, com indicadores gerais muito negativos, tivemos um salto da inflação”, disse José Silvestre Prado de Oliveira, coordenador de Relações Sindicais em coletiva de imprensa realizada em São Paulo.
 
O Dieese usa como base para a inflação o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que no ano passado subiu 11,28%. No período, 52% dos reajustes ficaram acima da inflação, 29,9% foram iguais ao INPC e 18,1% ficaram abaixo. A comparação com o ano anterior mostra a piora da situação. Em 2014, 90,2% ficaram acima da inflação, 7,3% foram iguais e apenas 2,4% ficaram abaixo. Do total de reajustes de 2015, 37,6% ficaram entre 0,01% e 1% acima do INPC.
 
A maior parte das categorias que têm data-base para reajuste no primeiro semestre conquistaram ganhos maiores do que as outras, segundo Silvestre. “A situação piorou de metade do ano para a frente. Até junho, a inflação foi de 8%, 8,5% [no acumulado de 12 meses]. A partir de junho, a inflação foi para quase 11%”, disse.
 
 
 
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