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Crise econômica não pode ser justificativa para prejudicar trabalhadores


O ano de 2015 foi um ano marcado pela má gestão pública na área da saúde. Os cortes do orçamento da União no setor, a possível volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) e a falta de representação do movimento sindical no Congresso Nacional promoveram grandes prejuízos para os cidadãos brasileiros. Demissões em massa e falta de recursos financeiros em hospitais psiquiátricos foram algumas das consequências negativas da omissão do governo na área da saúde.

Entretanto, o ano que passou também foi um ano de muita luta por parte dos trabalhadores, pois a categoria não permite que o cenário preocupante que vive nossa economia seja justificativa para descumprir compromissos firmados com os profissionais de saúde. Até o momento, o ano de 2016 tem sido um período de muita mobilização e luta para recuperar a dignidade dos trabalhadores da área da saúde.

Essas saídas para a crise e outros assuntos foram debatidos no 17º Encontro Paulista da Saúde, realizado em novembro na Colônia de Férias Firmo de Souza Godinho, em Praia Grande. Um importante evento que contou com a presença de profissionais de saúde, sindicalistas, profissionais de direito trabalhistas e economistas. O objetivo do encontro foi ilustrar a atual situação econômica no País, como isto atingiu a área da saúde e os métodos de negociação em momentos de crise.

O que podemos antecipar para os trabalhadores é que os pontos discutidos nesse Encontro, como a importância da mobilização e pressão para negociar em tempos de crise, já estão sendo colocados em prática pelos sindicatos filiados à Federação e serão intensificados no decorrer deste ano.

A volta da CPMF, defendida com unhas e dentes pela presidente Dilma Rousseff, representa um grande desrespeito aos trabalhadores deste País. Entidades sindicais, industriais e importantes economistas explicam o porquê a volta do imposto será ineficaz para resolver os problemas da crise e reforçam ainda a necessidade do Governo Federal pensar em outras formas de solucionar o grave déficit das contas públicas.

O problema é que “o Governo Federal está gastando mais do que tem em caixa”, diz o professor do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec–RJ), Nelson de Sousa. A Federação é contra qualquer ação do governo que prejudique os trabalhadores da área da saúde, em especial a volta da CPMF. Para reforçar nosso posicionamento contrário à volta do imposto, lançamos a campanha nas redes sociais “Movimento Bolso Livre” com as hashtags #CPMFnaoresolvecrise e #nãovamospagaraconta.

A diretoria da Federação dos Trabalhadores do Estado de São Paulo está pronta para combater tais medidas que afrontam o direito do trabalhador. Vamos cobrar e agir em conjunto contra as políticas de ajustes fiscais e quantas mais decisões que vierem a ser tomadas daqui em diante.

Edison Laércio de Oliveira
Presidente da Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo e do Sindicato da Saúde Campinas e Região, entidade filiada à União Geral dos Trabalhadores (UGT)

 
 
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