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Centrais definem 28 de abril como dia nacional de paralisação contra as reformas


 
Dirigentes de todas as centrais sindicais brasileiras, e representantes de diversas entidades sindicais, como Metroviários e Eletricitários, reforçaram a unidade de luta das entidades e definiram que no dia 28 de abril, acontecerão novas manifestações contra as propostas de reforma previdenciária, trabalhista e a terceirização, aprovada pela Câmara dos Deputados.
 
No encontro, que aconteceu na sede nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), na tarde desta segunda-feira (27), os sindicalistas analisaram a grave situação política, social e econômica que o país atravessa e enfatizaram que neste momento, é fundamental que as entidades estejam unidas. “Acho fundamental mostrar que estamos firmes na nossa unidade e que a sociedade nos apoia”, explicou Ricardo Patah, presidente da UGT.
 
Os sindicalistas reforçaram que o conjunto de medidas propostas pelo governo são retrógradas e põem o fim de direitos sociais e trabalhistas consagrados, penalizando os trabalhadores e a sociedade como um todo. “A população está vendo que essas medidas irão atingir, indiscriminadamente, toda a sociedade, mas principalmente as camadas mais pobres, por isso nós das centrais estamos tendo esse apoio”, diz Patah.
 
O Líder ugetista afirmou que nas ruas as pessoas, indignadas, já comentam que esse governo não quer que ninguém se aposente, que com a terceirização aprovada retira direitos trabalhistas, ou seja, só está penalizando a sociedade.
 
Para Patah, é fundamental que as centrais ampliem a comunicação para difundir os riscos que a sociedade, como um todo, está correndo caso essas reformas sejam aprovadas. “Estamos reconquistando a confiança da população, pois esse tema de retirada de direitos da forma que foi apresentada pelo governo, açodada e sem o devido diálogo com a sociedade está nos unificando”, concluiu.
 
Por Fábio Ramalho – Imprensa UGT / Fotos FH Mendes
 
 
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