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Greve Geral une sindicatos em Jaú em mobilização inédita neste dia 28


A Greve Geral convocada pelas centrais sindicais é nesta sexta-feira (28/04) e tem o objetivo de protestar contra as reformas trabalhista e previdenciária que prejudicam a classe trabalhadora. Assim como todo o país, Jaú participa do movimento com diversas ações integradas por quase duas dezenas de sindicatos e associações. Entre elas o Ato de Protesto, marcado para as 8h na praça do lado da Estação Rodoviária.

Sindicalistas de Jaú se reuniram novamente na noite desta quarta-feira (28/04) para traçar os últimos detalhes do movimento que pretende paralisar empresas, escolas, órgão públicos e o comércio local. Cientes da dificuldade de "parar a cidade", eles esperam obter o maior número pessoas no ato a ser realizado em praça pública.
 

Trabalhadores e desempregados - Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Jaú e Região, Mário Ezequiel Perobelli,destaca o ineditismo na cidade dessa é união entre os sindicatos. Após sair da reunião na sede da Apeoesp, onde acertou detalhes da mobilização, ele convocou trabalhadores, desempregados e a população em geral para aderirem à greve geral.

"Vamos partir para essa greve geral. Vamos fazer a paralização e contamos até com trabalhadores da região que virão para o ato em Jaú", diz Perobelli, citando que sindicatos de Barra Bonita e de Lençóis Paulista virão para a cidade. "É uma greve geral, do Brasil. Estamos trabalhando para ver se conseguimos modificar os projetos de lei das reformas trabalhista e previdenciária."

Falando em nome dos colegas sindicalistas, Perobelli ressaltou que o movimento em Jaú é pacífico. "Pedimos a todos os trabalhadores para que venha conosco, porque é a vida nossa, a vida dos nossos filhos e a vida dos nossos netos no futuro. Precisamos que o trabalhador entenda e faça esse movimento junto com o Brasil".

Ele conclama a todos para que parem nesta sexta-feira, para que não vão ao trabalho, para que percam um dia de serviço em defesa do futuro e de uma aposentadoria digna. "Chamamos também os desempregados para participarem do Ato de Protesto. Quem não quer aderir à greve venha participar do protesto na praça da rodoviária. Contamos inclusive com quem está desempregado. Temos de lutar pelos direitos de todos os trabalhadores e queremos que toda a população jauense participe."
 

Unidade pós-Greve Geral - Presidente do Sindsaúde de Jaú e Região, Edna Alves, disse que os "empregadores estão preocupados ao ver todos os dirigentes dos sindicatos reunidos". Esse fato inédito vai ter continuidade pós-greve geral, tento em vista os ataques do governo aos trabalhadores, segundo Renato Pavan, da APEOESP: "Essa unidade vai ter de se manter."

Presidente do Sincomerciários de Jaú, Luiz Carlos da Silveira e Souza, falou das formas que a população pode ajudar para a greve geral. Ele pede que as pessoas não comprem nada nesse dia, não abasteçam seu carro, não vá ao mercado, não passe na farmácia, na padaria, no restaurante... O objetivo é parar a economia no dia 28. "Antecipe um dia ou deixe para fazer no outro dia (sábado). Não vamos comprar nada nesse dia da greve geral".
 

União - A primeira reunião dos sindicatos de Jaú ocorreu no dia 12 de abril para preparar a greve geral na cidade. Foi criado o Comitê Pró-Greve Geral com a presença de dirigentes do Sindsaúde, Apeoesp, Construção Civil, dos Comerciários, dos Trabalhadores Rurais, dos Rodoviários, dos Oficiais de Justiça (AOJESP), dos Professores, dos Sapateiros, do Sinprafarma Jaú, dos Metalúrgicos, do Sinteps (sindicato dos trabalhadores do Centro Paula Souza), dos Rurais, da Oposição dos Gráficos de Jaú. Encorpam o movimento sindicatos dos rodoviários de Barra e de Lençóis e ainda os movimentos Luta (servidores públicos municipais), ANEL Jaú (estudantil), Juventude do PSTU e Coletivo Raízes.

Na reunião desta quarta-feira, os sindicalistas avaliaram o movimento até agora, que contou com panfletagem geral na cidade, a começar pelas ruas do centro no dia 22. Fábricas, escolas, hospitais e outros locais receberam dirigentes que entregaram panfletos explicando os motivos da paralisação.



  

 
 
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