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Manifestação a favor da Greve Geral e defesa dos trabalhadores


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Reprodução: STICJ (sindicato da construção de Jaú)

A Greve Geral desta sexta sexta-feira, 28 de abril, é um recado para o presidente não eleito Michel Temer: “ou parem a destruição dos direitos trabalhistas e previdenciários, ou paramos o Brasil por tempo indeterminado”. A afirmação é de lideranças sindicais e sociais que provaram uma enorme capacidade de mobilização. Em Jaú, centenas marcharam contra as reformas trabalhista e previdenciária, após um bloqueio de cerca de duas horas no sistema público de transporte.

Na vizinha Bauru, mais de 10 mil pessoas tomaram as ruas do centro da cidade que ficou complemente parada, já que o transporte público também não funcionou, já que os motoristas decretaram greve de 24 horas. “A maioria dos trabalhadores já entendeu a necessidade da Greve Geral. Quem realmente está informado do que está acontecendo em Brasília apoia o movimento”, declarou Miro Jacintho, presidente do Sindicato dos Calçadistas.

Motivos da Greve Geral

Os grandes veículos de imprensa estão omitindo os motivos da Greve Geral. Saiba por quais motivos o Brasil parou neste dia 28 de abril:

  • A Reforma da Previdência, proposta por Temer, irá obrigar homens e mulheres a trabalharem até os 65 anos para ter direito à aposentadoria. Para o benefício ser pago de forma integral, serão necessários 49 anos de contribuição. A aposentadoria rural deixará de existir e novas regras farão com que benefícios como pensão por morte e outros não sejam pagos integralmente. O valor da aposentadoria poderá ser inferior à 1 salário mínimo e o tempo de contribuição para ter direito à aposentadoria proporcional passará para 25 anos (atualmente são 15 anos).
  • A Reforma trabalhista permite um novo tipo de contrato: por hora trabalhada, o que não dá direito às férias, folgas e feriados remunerados. O intervalo mínimo para almoço de meia hora (atualmente é de 1 hora) e não há limite de carga horária diária, semanal ou mensal. Para quem conseguir manter o contrato atual, os patrões poderão dividir as férias em até 3 vezes. O tempo do contrato  temporário/experiência será de 9 meses (atualmente é de 3 meses). A rescisão contratual poderá ser feita diretamente no escritório da empresa, sem a presença de um representante do trabalhador o que irá fazer com os calotes aumentem ainda mais. Além disso, para receber aumento ou qualquer benefício, o trabalhador terá que pedir diretamente ao patrão, que pode descumprir as leis trabalhistas pois o que passará a valer será o negociado sobre o legislado. A Justiça do Trabalho não poderá mais interferir em muitas das reclamações trabalhistas e o trabalhador se tornará refém do seu patrão.
  • A nova lei sobre terceirização não vai melhorar as condições de vida e trabalho dos mais de 13 milhões de terceirizados que já existem no país. Ao contrário, ela permite que os 35 milhões de trabalhadores diretos sejam rebaixados às péssimas condições de trabalho e baixíssimos salários dos terceirizados. À médio prazo, não existirá mais contrato direito. Para piorar, os patrões podem terceirizar e quarteirizar qualquer setor da empresa, incluindo produção.
  • Michel Temer congelou em 20 anos os investimentos em saúde, educação, segurança pública e outras áreas fundamentais na vida dos trabalhadores mais pobres. O resultado será a piora dos atendimentos e os trabalhadores serão obrigados a pagar por serviços que atualmente são públicos.

A Greve Geral  recebeu apoio da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil e de diversas instituições religiosas, além de organizações representativas de juízes, advogados e entidades sociais.

 
 
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