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Funcionários do Perlatti decidem fazer greve contra atraso no pagamento de salário


 
Reunidos na frente do Hospital Thereza Perlatti na noite desta quarta-feira (13/12), funcionários decidiram pela greve como forma de protesto pelo atraso no pagamento do salário e do décimo-terceiro. A instituição será notificada nesta quinta-feira pelo Sindsaúde de Jaú, que terá prazo de 72 para deflagrar a paralisação.
O Sindsaúde informa que esse prazo de 72 horas após a notificação para o início da greve é previsto na lei, uma vez que o hospital é um estabelecimento de atividade essencial. Portanto, a partir de segunda-feira os trabalhadores deverão cruzar os braços, respeitando a escala minima de 30% de profissionais na ativa.
 
Atraso está virando rotina
 
Os funcionários estão sem receber o pagamento de novembro, sem previsão de quando será pago. A administração do hospital alega falta de recursos e que depende de repasse de R$ 350 mil do governo do Estado. A Secretaria de Saúde do Estado avisa que não compete à ela fazer o pagamento da mão de obra.
O atraso no pagamento ocorre pelo segundo mês seguido. Desta vez, porém, também está atrasado pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário (só 40% da metade do abono foi paga). O temor do Sindsaúde é que a falta de recursos em caixa crie uma bola de neve e os atrasos se tornem constantes.
O hospital não tem previsão de quando vai fazer o pagamento e tampouco se vai ter dinheiro para pagar a totalidade do abono no dia 20 de dezembro. Também não há caixa para o pagamento de dezembro a ser quitado no quinto útil de janeiro.
 
Assembleia soberana
Na assembleia realizada hoje, a presidente do Sindsaúde, Edna Alves, e o advogado Nilton Agostini Volpato, explicaram a situação aos trabalhadores e as situações que podem advir com a greve. Mesmo assim, a maioria aprovou o movimento.
Eles alegam que não dá mais pra suportar essa situação e que greve é uma forma de chamar a atenção das autoridades para que intercedam em favor do hospital, dos funcionários e até mesmo dos pacientes.
 
Uma comissão de funcionários foi formada após a assembleia. O Sindsaúde e essa comissão vão se reunir com a direção do hospital nesta quinta-feira em busca de uma alternativa. A expectativa é que surja uma solução durante o Estado de Greve, evitando a greve prevista a partir de segunda-feira
 
Decisão dos funcionários
 
"Realizamos a assembleia com a categoria para que ela tome uma posição. Foi decidido pela greve. A partir do protocolo nesta quinta-feira entramos em Estado de Greve, com 72 horas de prazo para iniciar a paralisação", diz Edna Alves.
Ela destacou que a opção por cruzar os braços foi quase por unanimidade. "Agora vamos à luta e que os trabalhadores saiam vitoriosos". Ela agradeceu a todos que participaram. "É dessa maneira que temos que forçar a administração do hospital a se mexer para resolver o atraso que está virando rotina e pode se transformar numa bola de neve."
 
  

  

 
 
SindSaúde
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