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NA MÍDIA: Pagamento sai, mas greve no Perlatti atinge outros setores


Paralisação chega à cozinha do hospital, que suspende novas internações de pacientes

fONTE: COMÉRCIO DO JAHU/30/12
 
A direção da Associação Hospitalar Thereza Perlatti comunicou a central de regulação do Estado que não pode mais receber pacientes. Nem mesmo as internações particulares são aceitas. A decisão foi tomada após a greve atingir outros setores, como a cozinha da entidade. Os salários de novembro, que estavam atrasados, foram repassados aos funcionários ontem. Não há previsão sobre o 13º.
Na noite de quinta-feira, setores do hospital psiquiátrico registraram momentos de tensão. Duas alas com mais de 30 pacientes estavam sem técnicos de enfermagem – entre os internados há suicidas e homicidas em potencial, de acordo com a direção. Funcionários que já haviam trabalhado pela manhã foram chamados e teriam se apresentado voluntariamente.
Ontem, a cozinha amanheceu com parte dos trabalhadores em greve. A padaria do Perlatti não funcionou e os pães precisaram ser comprados. Em torno de 200 refeições são servidas por turno – média de 1 mil por dia. Na lavanderia, apenas metade do efetivo compareceu.
A direção informou ontem que vai à Justiça questionar a legalidade do movimento. Os grevistas sustentam que a paralisação é necessária porque a associação não dá qualquer perspectiva de que os salários serão regularizados.
As internações reguladas pelo Estado devem ter outro destino até que a situação se normalize. Apesar do cenário dramático, o Perlatti nega que deu altas em massa para esvaziar os leitos. “O projeto terapêutico preconiza internação de 30 dias”, explicou a superintendente técnica, Susana Ragazzi Candido.
Com deficit de R$ 2 milhões, o hospital tentará receber valores pendentes dos governos do Estado e da União no período em que o contrato de prestação de serviços ficou descoberto. 
Também há expectativa de parceria com a Prefeitura, que levaria para a entidade o Centro de Atenção Psicossocial (Caps) voltado à saúde mental. 
Por enquanto, contudo, a maior dependência segue dos recursos governamentais, uma vez que 95% dos atendimentos são via Sistema Único de Saúde (SUS). Apenas nove pacientes estão internados na ala particular.

 

Tenda
Os funcionários em greve seguem em tenda localizada no estacionamento do hospital. Segundo a presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Jaú (Sindsaúde), Edna Alves, além da garantia de normalidade dos pagamentos, o grupo quer a preservação dos empregos daqueles que aderiram às paralisações, que completam 15 dias na segunda-feira.
 
 
 
SindSaúde
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