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Sindsaúde de Jaú vai a Macatuba para resolver impasse sobre atraso no pagamento de salários


- Salário de dezembro está com atraso de mais de 10 dias; TV Tem faz reportagem sobre problema que ocorre todo início de ano no hospital

- Após pedir ao presidente da Câmara urgência  na votação de projeto de subvenção, Edna Alves comemora antecipação da Sessão Extraordinária para esta sexta-feira (19/01)

- Com votação do projeto e publicação na imprensa, Prefeitura fica autorizada a repassar valores do convênio do Pronto Socorro e pagamento de funcionários

- Sessão seria só na segunda-feira, o que demoraria quase uma semana para publicar lei e permitir liberação do repasse

 

A presidente do Sindsaúde de Jaú, Edna Alves, esteve nesta quinta-feira (18/01) na Santa Casa de Macatuba onde foi entrevistada pela TV Tem sobre o atraso no pagamento de salários dos mais de 80 funcionários. Depois.a dirigente do sindicato conversou com o diretor Administrativo da Santa CasaArmando Soares de Oliveira, e com trabalhadores do hospital. Também se reuniu com o presidente da Câmara, Ricardo Genovêz. O objetivo é tentar resolver o impasse.

Funcionários da Santa Casa de Macatuba denunciaram ao sindicato o atraso no pagamento do salário de dezembro e do décimo terceiro salário. Nos últimos dias o hospital pagou o décimo terceiro, mas deixou para trás o pagamento de dezembro. O problema de atraso volta a se repetir como nos anos anteriores.

Repasse: sim ou não? - O hospital alega que a Prefeitura não fez o devido repasse à Santa Casa, por isso não conseguiu pagar os funcionários. A Prefeitura, por sua vez, divulgou nota dizendo que pagou em 2017 todos os valores conveniados com o hospital, dos quais R$ 2.315.000,00 para a manutenção do Pronto Socorro – e outras verbas para o hospital gerenciar a folha de pagamento do Programa Saúde da Família e para material médico e serviço de obstetrícia, Ortopedia e Gastro.

O valor repassado, segundo a Prefeitura, seria suficiente para pagar salários e décimo terceiro de 2017. O hospital, no entanto, diz que o valor é inferior ao custo do Pronto Socorro, que é atribuição do Município. Por isso não sobrou dinheiro para pagar os funcionários. O administrador informa ainda que as verbas de deputados anunciadas no ano passado ainda nãi chegaram ao hospital – R$ 60 mil de emenda do deputado estadual Gondim e R$ 100 mil do deputado federal Ricardo Izar.

Projeto de lei  - A transferência de recursos para a Santa Casa neste ano de 2018 depende de aprovação de projeto de subvenção, de R$ 220 mil. A Câmara tinha marcado sessão extraordinária para segunda-feira (22/01), com previsão de aprovação do projeto e autorizando o Município a repassar o dinheiro. No entanto, como a lei aprovada teria de ser publicada em jornal de circulação para ter validade, o dinheiro só seria liberado uma semana depois.

É nesse ponto que a presidente Edna Alves entrou em cena para antecipar a sessão extraordinária. Ela  ligou para o presidente da Câmara, Ricardo Genovêz, que foi à Santa Casa para reunião com o sindicato e funcionários. Ele alegava que não tinha como fazer a sessão antes de segunda-feira, tendo em vista ser recesso parlamentar e vereadores estarem ausentes da cidade.

Edna Alves argumentou sobre a necessidade de votar e aprovar ainda nesta semana, para dar tempo de publicar a lei na imprensa no sábado. Assim, a prefeitura teria meios legais para repassar os recursos já na segunda-feira. Funcionários também pediram urgência na votação. O presidente da Câmara fez contatos com vários vereadores e determinou, então, a antecipação da extraordinária.

O Sindsaúde estará presente na sessão da Câmara e convida os trabalhadores da Santa Casa para que compareçam para acompanhar a votação.

 

  

  

  

 
 
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