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Funcionários da Santa Casa de Bariri decidem pela greve se não receberem salários


- Sindsaúde vai comunicar hospital e autoridades da cidade sobre o protesto, que terá 72 horas para ser deflagrado 

Reunidos na noite de sexta-feira (16/02) funcionários da Santa Casa de Bariri (Organização Social Vitale Saúde) decidiram pelo Estado de Greve. Eles podem cruzar os braços na próxima semana caso não recebam os salários de janeiro, cujo atraso já chega a dez dias. É o terceiro mês seguido que o hospital não honra o pagamento no quinto dia útil do mês.

O Sindsaúde de Jaú e Região acompanhou os trabalhadores e já prepara os documentos para dar ao início ao processo que antecede à greve. É o chamado Estado de Greve, período no qual o sindicato oficializa o hospital, comunica Prefeitura, Câmara e autoridades sobre a decisão dos funcionários. Após o hospital ser comunicado a greve poderá ser deflagrada em 72 horas. 

A presidente do Sindsaúde, Edna Alves, esteve por várias vezes na Santa Casa de Bariri nos últimos dias. Nesta sexta-feira se reuniu com funcionários na portaria do hospital. Após ouvir deles o descontentamento pelo atraso no pagamento dos salários, Edna chamou o diretor administrativo e financeiro, Antonio Marcos Carneiro Pereira, para saber a situação e previsão de resolver o impasse.

Edna Alves disse que a "situação está caótica para os funcionários, com ameaça de despejo por causa de atraso no aluguel, faculdade atrasada, cartão de crédito estourado, sem dinheiro para comprar comida e até sem dinheiro para vir trabalhar." Segundo ela, a Vitale alega sempre o mesmo: "A desculpa é sempre o atraso no repasse do dinheiro pelo governo federal. Chegou a hora do funcionário perder o medo do patrão e parar de dar voto de confiança todo mês."

Desculpa de sempre - Marcos Pereira, da Vitale, disse que o não-pagamento é por causa do atraso no repasse do governo federal das verbas do SUS  - no total de R$ 239 mil. Ele apresentou documento informando que a ordem de transferência bancária para a Prefeitura de Bariri é do dia 15 de fevereiro. Até a sexta-feira o depósito não tinha sido feito, podendo ocorrer até o fim da noite ou até segunda-feira (19/02)

O diretor da Vitale disse que só tem como pagar os funcionários quando receber esse repasse. Explicou que o hospital está sem caixa para pagar antes de receber o repasse que está providenciando um empréstimo bancário para regularizar a situação até o fim do mês e evitar novos atrasos a partir de março. Funcionários não acreditam mais, já que a mesma promessa foi feita ainda em janeiro.

Estado de Greve - Após ouvir o administrador, ela pediu que ele explicasse a situação aos funcionários, o que foi feito na sala de reuniões. Marcos Pereira foi questionado por funcionários e "colocado na parede" por causa dos atrasos sucessivos.

Edna Alves, então, falou com a categoria e perguntou se dariam novo "voto de confiança" à Vitale ou se iriam protestar. A resposta foi quase unânime: "não", nada de acreditar na direção do hospital. E todos levantaram os braços apoiando a greve caso seja necessária e autorizaram o sindicato a decretar Estado de Greve.

Os documentos relacionados ao estado de greve serão protocolizados na segunda-feira na Vitale, Secretaria de Saúde, Polícia e prefeitura. Caso o pagamento não seja feito, a greve teria início na quarta ou quinta-feira. Se o dinheiro for liberado aos funcionários, o estado de greve permanece até a data do próximo pagamento (quinto dia útil de março). Caso haja decisão pela greve no mês que vem, não haveria necessidade de fazer o comunicado do estado de greve.

 

REPORTAGEM DA BARIRI RÁDIO CLUBE

Edna fala aos 23 mim do vídeo

https://www.facebook.com/baririradioclube/videos/1611404645581546/

 

  

  

  

  

 
 
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