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Sindsaúde e população de Bariri protestam em frente da Santa Casa


- Sindicato protocola aviso de Estado de Greve por causa no atraso no pagamento de salários

- Assembléia com funcionários será às 18h desta sexta-feira para definir se greve será imediata ou se fica "adormecida" à espera do pagamento

- População e funcionários pedem a saída da Vitale Saúde, empresa que administra o hospital e é alvo de fiscalização

- Vitale adia eleição da nova provedoria com medo dos protestos; chapa da situação e membros do Conselho Administrativo é questionada

 

O Sindsaúde de Jaú e Região participou de um grande protesto nesta segunda-feira (19/02) na frente da Santa Casa de Bariri. Cerca de 350 pessoas, entre funcionários do hospital e moradores da cidade, se mobilizaram para pedir o pagamento em dia dos trabalhadores e a saída da empresa Vitale Saúde, que administra o hospital.

Os funcionários da Santa Casa decidiram na última sexta-feira pelo Estado de Greve, autorizando o sindicato a iniciar os trâmites para a paralisação. Até esta segunda-feira os funcionários não haviam recebido o pagamento de janeiro - atrasos como esses são rotinas nos últimos três meses.

Por volta das 17h30, Edna protocolou documentos na Santa Casa informando do Estado de Greve. Agora, segundo ela, os trabalhadores devem esperar 72 horas para cruzar os braços, conforme prevê a lei. Ou seja, a partir das 0h de sexta-feira (23/02) a greve poderá ser deflagrada.

Assembleia dia 20 - Antes, porém, será realizada assembleia geral na frente do hospital às 18h desta terça-feira. Os trabalhadores vão decidir se param de vez (greve) mesmo se o pagamento sair neste dia 20 conforme prevê a direção do hospital. Ou se continuam em estado de greve até o próximo quinto dia útil de março, quando a greve poderá ter início em caso de novo atraso.

"Saindo ou não o pagamento nesta terça-feira, a assembleia será mantida para deflagração de estado de greve permanece. O sindicato quer um parecer da categoria para fazer a greve se tiver novo atraso no pagamento", disse Edna Alves, presidente do sindicato. "Se sair o pagamento seguimos com o estado de greve. Se em março não sair o pagamento no dia certo entraremos em greve imediatamente".

No discurso a centenas de pessoas em frente da Santa Casa, Edna Alves falou que o sindicato questiona o atraso no pagamento. Mas que não está envolvido na eleição para a nova provedoria. Aliás, a eleição foi adiada pela Vitale com medo do protesto da população.

Edna falou que o hospital está com falta de funcionários e com pouco material de trabalho e remédios para os pacientes. "Chegou ao sindicato denúncia de que os funcionários só tem mais 15 dias de equipamentos de segurança, como luvas, para trabalharem. A informação é que não está sendo comprado por falta de recursos financeiros".

  

  

  

 
 
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