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Trabalhadores do Ouro Verde entram em estado de greve, após anúncio da demissão dos cerca de 1.500 que atuam no hospital


Em assembleia realizada pelo Sinsaúde na manhã de hoje (22) no hospital Ouro Verde, os trabalhadores do hospital decidiram entrar em estado de greve até a próxima terça-feira, dia 27, quando está previsto a paralisação das atividades na unidade hospitalar. 

A decisão foi tomada após o anúncio feito pela Prefeitura de Campinas, em encerrar totalmente o contrato com a Organização Social Vitale, provocando assim a demissão dos cerca de 1.500 funcionários da empresa que atuam no hospital.

Vale lembrar que é a Prefeitura quem está fazendo a gestão do hospital e dos funcionários, desde que uma série de denúncias de corrupção envolvendo a Vitale veio à tona. Segundo a Prefeitura, esse processo faz parte da instauração da Rede Mário Gatti, que vai unificar o sistema de saúde de Campinas; no Ouro Verde, a previsão é que uma nova empresa prestadora de serviços terceirizados seja contratada.

Segundo o diretor dos Sinsaúde, Paulo Sérgio Pereira da Silva, a Prefeitura não apresentou nenhum plano de demissão, que deve prever se os demitidos serão recontratados pela nova empresa e com o mesmo salário, ou se aqueles que não quiserem, receberão todos os direitos trabalhistas conforme previsto em lei.

Outro motivo que levou ao estado de greve e a futura paralisação na próxima terça, é a falta de condições de trabalho denunciada pelos trabalhadores; segundo eles, faltam desde materiais básicos de higiene, até os utilizados em procedimentos hospitalares. Além disso, o FGTS dos trabalhadores não vem sendo depositado.

“A Prefeitura tem até terça para nos apresentar o plano de demissão desses funcionários e outro para melhorar as condições de trabalho no hospital, caso contrário, haverá paralisação”, explica Paulo.

Representantes do Sindicato dos Enfermeiros e do Sindicato do Médicos também participaram da assembleia. Os Enfermeiros já aderiram ao movimento, já o dos médicos, deve fazer amanhã uma assembleia para decidir, entretanto, seus representantes já sinalizaram que a classe vai aderir também.

FONTE: http://www.sinsaude.org.br

 
 
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