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Vigilância Epidemiológica: orientações sobre síndrome mão-pé- boca


A Prefeitura de Jahu, por meio da Secretaria de Saúde e do Departamento de Vigilância Epidemiológica, orienta a população em geral, especialmente os pais e/ou responsáveis de crianças e adolescentes sobre a síndrome mão-pé-boca.

A síndrome da Mão-Pé-Boca é uma infecção causada por vírus que produz lesões na pele, especialmente nas mãos, pés e dentro da boca. A doença provoca febre alta, bastante contagiosa, é transmitida por meio de secreções respiratórias (saliva, secreção nasal e faríngea), via oral-fecal e contato direto com o fluido vesicular. “Uma pessoa infectada pode transmitir a doença pelo contato próximo, pelo ar ( ao espirrar, tossir ou falar), pelo contato com fezes e com superfícies ou objetos contaminados. O período maior de transmissibilidade é na primeira semana da doença, mas esta transmissão pode se estender por vários dias após a remissão dos sintomas”, ressalta a diretora da Vigilância Epidemiológica, Leila Garcia Rossi.

Ainda conforme Leila, não há vacina para proteger contra os vírus que causam a doença mão, pé e boca. “É muito importante assegurar medidas adequadas de higiene pessoal e do ambiente e o isolamento social dos doentes durante a evolução da doença. Uma pessoa pode diminuir seu risco de ser infectado se lavar as mãos frequentemente com sabão e água, especialmente depois de trocar fraldas e usar o banheiro, promover a limpeza e desinfecção de superfícies frequentemente tocadas e itens sujos, incluindo brinquedos, e evitar contato próximo, como beijar, abraçar ou compartilhar utensílios ou copos. As lesões orais podem ser dolorosas, dificultando a deglutição, sendo importante evitar a desidratação”.

A Vigilância Epidemiológica reforça que os surtos devem ser notificados para acompanhamento juntamente com o nome da Instituição, número de crianças matriculadas, número de crianças acometidas pela doença, principais sinais e sintomas (por criança), telefone de contato de cada caso (criança),e data do início do surto.

Até o momento, foram notificados no Departamento 30 casos da doença.

 
 
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