O salão de eventos da Colônia de Férias Firmo de Souza Godinho, em Praia Grande, ficou novamente lotado na manhã de hoje para o segundo dia do 17º Encontro de Dirigentes Sindicais e Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo.
Para dar sequência aos trabalhos, o presidente da Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo, Edison Laércio de Oliveira, fez a introdução do primeiro seminário do dia e passou a palavra para a fundadora e diretora geral do Instituto Carioca de Gestalt-Terapia, psicóloga e palestrante motivacional, Teresa Amorim, que apresentou o tema “Como manter a motivação em tempos de crise”.
A palestrante iniciou a sua apresentação ao som de Tim Maia e explicou as diferenças entre motivação e estímulo: “é impossível motivar alguém porque a motivação vem da própria pessoa, é intrínseco. O que podemos e devemos fazer é estimular, incentivar ou provocar os desmotivados para que eles busquem o melhor de si”, diz a palestrante.
A motivação, de acordo com Teresa, está condicionada a valores, necessidades, interesses diferentes e na história de vida de cada um. “Diferente da motivação, o estímulo é extrínseco, ou seja, está fora de nós e é fundamental que passemos isso de um para o outro que precisa de ajuda”.
Em momento de crise que passa o Brasil, Teresa destaca a importância dos gestores em estimular os seus funcionários insatisfeitos e os acomodados e afirma que os chefes precisam reconhecer as competências de cada pessoa para uma ação coletiva.
“Podemos provocar a motivação para a ação de nossa equipe e cabe ao gestor desenvolver o processo de aprendizagem e desenvolvimento da equipe de trabalho a qual lidera”, explica.
Entre as ações apontadas pela palestrante para estimular os funcionários estão: incentivar e apostar nas pessoas; desafiar um padrão de excelência; explicitar de forma clara os objetivos empresariais; aceitar as limitações das pessoas; respeitar o ritmo e tempo das pessoas; e respeitar os sentimentos.
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