Centrais Sindicais e movimentos sociais convocam para atos em todo o Brasil no Dia da Independência. Em São Paulo, o 7 de Setembro será comemorado na Praça da República (Centro), a partir das 9 horas.
A defesa da soberania nacional é o chamamento principal, devido à interferência do governo norte-americano na ordem jurídica interna e ao tarifaço de 50% imposto por Donald Trump aos produtos exportados para os EUA.
Sérgio Nobre, presidente da CUT, espera participação maciça da população. Ele adianta: “Nós vamos colocar muita gente nas ruas pra defender os empregos, a economia brasileira e a nossa soberania”.
Para o dirigente, ato será pujante, mostrando que a classe trabalhadora não fica de joelhos pra ninguém. “Vamos dizer ao Trump que, apesar do seu autoritarismo, o Brasil vai continuar crescendo, com democracia e instituições fortes”, afirma.
Ele explica o papel do movimento sindical nas celebrações da Independência: “O 7 de Setembro é simbólico para todos os brasileiros. Não podemos deixar as ruas serem ocupadas por malucos pra quem Bolsonaro é perseguido por vigorar uma ditadura no Brasil. Pelo papel que teve na pandemia, com mais de 700 mil mortos, o ex-Presidente já merecia prisão perpétua”, avalia.
O presidente da UGT, Ricardo Patah, também gravou vídeo conclamando à participação popular no Dia da Independência Nacional. Os atos deverão acontecer em diversos pontos do País, mas a concentração de peso deve ocorrer na da Praça da República, Capital paulista.
Fonte: AgÊncia Sindical