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Será em Minas Gerais a próxima plenária com o sindicalismo, movimentos sociais, coletivos e partidos progressistas. A primeira aconteceu terça (11), em SP, no Sindicato dos QuÃmicos, debatendo meios e táticas de participação nas eleições de outubro. Outra deve ocorrer no Rio de Janeiro. Objetivo é articular apoio sindical, polÃtico e popular pró-reeleição de Lula. Presente à plenária, Edinho Silva, presidente do PT, considera estas eleições “as mais importantes na vida de todos nósâ€.
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UGT – A União Geral dos Trabalhadores participou, com diversos integrantes. A Agência Sindical ouviu Ricardo Patah, que preside a Central e também o Sindicato dos Comerciários de São Paulo.
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Unidade – Ele considera haver agora uma unidade mais consolidada. “Trabalhamos pra que não haja hegemonia de uma Central ou um Partido e sim soma. A direita é forte. Temos que nos apoiar em nossa unidade e em propostas para o PaÃs avançar socialmente, ser ainda mais forte na economia e incluir cada vez mais o pobre no Orçamentoâ€, diz Patah.
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Congresso – Segundo o dirigente ugetista, o coletivo trabalhará com duas linhas quanto ao Congresso Nacional: “Ou seja, evitar que a direita radical avance e ao mesmo tempo ampliar o número de parlamentares alinhados à s pautas democráticas e progressistas. O Congresso não pode ser hostil aos trabalhadoresâ€.
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Nas eleições passadas, setores do patronato pressionaram trabalhadores a votar em seus candidatos e contra o setor progressista. Patah recorda: “Denunciamos publicamente a conduta espúria, ao mesmo tempo em que acionamos o Tribunal Superior do Trabalho e o Ministério Públicoâ€. Ele avalia que sabotagens, como houve por parte da PRF, não mais ocorrerão.
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Conquistas – No entender do presidente da UGT, “a ação sindical, popular e progressista, quanto à s eleições, deve alcançar todo o PaÃsâ€. Ele comenta: “Precisamos massificar junto à base social os avanços democráticos do atual governo e explicar, ponto a ponto, quais as conquistas para a classe trabalhadora, especialmente o imposto zero sobre salários até R$ 5 mil, os ganhos reais no salário mÃnimo, a igualdade salarial entre homens e mulheres, entre outrosâ€.
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Quanto a eventual pauta a ser massificada pelo coletivo, junto à base social, Ricardo Patah aponta a redução da jornada, principalmente o fim da escala 6×1. “Hoje, é o grande clamorâ€, completa.
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Alckmin – O sindicalismo vê com simpatia a permanência de Geraldo Alckmin na chapa a ser encabeçada por Lula. “Alckmin representa o equilÃbrio e seu trabalho é efetivo, como ocorreu na criação do Nova Indústria Brasil, nas negociações pra reduzir tarifas impostas por Trump e em outras ações de grande interesse públicoâ€, afirma o dirigente da UGT.
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MAIS – Sites das Centrais Sindicais, PDT, PT, PCdoB e Psol.
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Fonte: Agência Sindical